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Categoria: Notícias

  • No Dia da favela, 12,3 mil comunidades passam a contar com CEP

    No Dia da favela, 12,3 mil comunidades passam a contar com CEP

    O governo federal anunciou, nesta quarta-feira (4), que todas as 12.348 favelas e comunidades urbanas mapeadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE) contam agora com um código de endereçamento postal (CEP).

    Segundo o Ministério das Comunicações, mais do que um número identificador, o programa CEP para Todos garante visibilidade, acesso a direitos e também políticas públicas para áreas vulneráveis.

    A ação ocorreu no âmbito do programa Periferia Viva, no Dia da Favela, beneficiando 16,3 milhões de moradores dessas comunidades.

    “Garantir esse direito é muito mais do que facilitar a entrega de correspondências. É promover inclusão social, fortalecer a cidadania e assegurar que milhões de brasileiros tenham seu endereço reconhecido e possam acessar serviços e oportunidades em condições de igualdade”, destacou, em nota, o ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho.

    O ministro lembra que, sem o CEP, a pessoa tem dificuldades de realizar, por exemplo, compras ou outros cadastros para direitos sociais.

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    Após garantir pelo menos um CEP para os territórios, a nova etapa vai individualizar os códigos para cada rua, viela e beco.

    “Por meio das ações CEP para Todos e Correios Comunidades, o Ministério das Comunicações e os Correios, no contexto do programa Periferia Viva, do Ministério das Cidades, transformam a realidade de quem vive nesses territórios”, destaca o ministro.

    Atendimento

    A subsecretária de Governança das Entidades Vinculadas, Lumárya Souza, ressalta que a medida altera a realidade de quem vive nessas comunidades ao tornar o endereçamento mais preciso, facilitar a entrega de correspondências e encomendas e ampliar o acesso dos moradores a serviços públicos e privados.

    “Com a instalação de canais de atendimento, como Correios Essencial e Pontos de Coleta, dentro dos territórios ou em suas proximidades, o projeto já alcançou 82,8% da meta estabelecida: 48 dos 58 territórios indicados pelo Ministério das Cidades”, informou.

    Cidadania

    A subsecretária reconhece que a falta de um CEP prejudica o acesso a serviços financeiros, matrícula de crianças em escolas e até solicitar serviços de emergência.

    Lumárya Souza observa que o programa consegue ampliar a presença dos Correios nas comunidades, por canais de atendimento e pontos de coleta que aproximem os serviços postais dos moradores.

    “Integrar esses territórios é garantir direitos, facilitar o acesso às políticas públicas e fortalecer a cidadania”, reforça a subsecretária.

    Fonte: Agência Brasil (Luiz Claudio Ferreira – Repórter da Agência Brasil). Notícia reproduzida com crédito, conforme as regras da agência.

  • Brasil cria 121,3 mil postos de trabalho em setembro, aponta Caged

    Brasil cria 121,3 mil postos de trabalho em setembro, aponta Caged

    Os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego, divulgados nesta quarta-feira (4), apontam que 121,3 mil postos de trabalho com carteira assinada foram abertos em setembro. O indicador mede a diferença entre contratações e demissões.

    O saldo é 24,7% maior em relação a agosto, quando o país criou 161 mil empregos.

    A criação de empregos caiu 43,5% em comparação a setembro do ano passado, pressionada pelos juros altos e pela desaceleração da economia. No mesmo mês de 2025, tinham sido criados 214,6 mil postos de trabalho, nos dados com ajuste, que consideram declarações entregues em atraso pelos empregadores.

    Em relação aos meses de setembro desde 2020, esse é o resultado mais baixo da série. A mudança da metodologia no Caged impede a comparação com anos anteriores a 2020.

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    Acumulado

    De janeiro a setembro, o Caged registrou queda de 27,9% no acumulado de vagas formais:

    • 1.248.914 (nove meses de 2026);
    • 1.731.398 (nove meses de 2025).

    Os dados trazem ajustes, quando o Ministério do Trabalho registra declarações entregues fora do prazo pelos empregadores e retifica os dados de meses anteriores.

    Setores

    Na divisão por ramos de atividade, quatro dos cinco setores pesquisados criaram empregos formais em setembro. Só a agropecuária demitiu mais do que contratou.

    • Serviços: 81.241 postos;
    • Indústria (de transformação, de extração e de outros tipos): 19.285;
    • Comércio: 15.697;
    • Construção civil: 9.468;
    • Agropecuária: -4.381.

    Tradicionalmente, o mês de setembro é fraco para a agropecuária, por causa do início do plantio. No entanto, representa alta na atividade industrial, com as fábricas começando a produzir para o Natal.

    Destaques

    Nos serviços, a criação de empregos foi puxada pelo segmento de atividades administrativas e serviços complementares, com a abertura de 18,3 mil postos formais. A categoria de saúde humana e serviços sociais abriu 15,4 mil vagas. O setor de transporte, armazenagem e correio criou 13,2 mil postos.

    Na indústria, o destaque positivo ficou com o segmento de serviços especializados para fabricação de produtos alimentícios (17 mil), fabricação de veículos automotores (2,1 mil) e coleta, tratamento, disposição de resíduos e recuperação de materiais (1,48 mil).

    No comércio, o maior gerador de empregos foi o comércio varejista (9,43 mil), seguido por comércio por atacado, exceto veículos automotores e motocicletas (3,87 mil.

    Na construção, os destaques foram obras de infraestrutura (4,66 mil) e serviços especializados para construção (3,9 mil).

    Regiões e estados

    Todas as cinco regiões registraram abertura de vagas formais em setembro.

    Veja abaixo o desempenho de cada região:

    • Nordeste: 49.142 postos;
    • Sudeste: 39.404;
    • Norte: 14.748;
    • Sul: 9.949;
    • Centro-Oeste: 7.894.

    Na divisão por unidades da Federação, 26 registraram saldo positivo. Apenas o Rio Grande do Sul demitiu 2, 9 mil a mais do que contratou. Os destaques na criação de empregos foram em São Paulo (19,3 mil), Pernambuco (13,3 mil) e Alagoas (11,1 mil).

    As unidades da Federação com o menor saldo de abertura de empregos formais em setembro foram Acre (235), Goías (307) e Maranhão (654).

    Segundo o Ministério do Trabalho e Emprego, no Rio Grande do Sul, as demissões decorrem do fim da safra de fumo e da retração no comércio varejista.

    Salário médio

    O salário médio real de admissão em setembro totalizou R$ 2.429,41. Isso representa:

    • redução de R$ 1,10 (-0,05%) em relação a agosto (R$ 2.430,51);
    • aumento de R$ 44,90 (1,88%) em relação a setembro de 2025 (R$ 2.384,51).

    Carteira assinada

    Com a criação de empregos formais, o número de trabalhadores com carteira assinada encerrou setembro em 48,35 milhões, alta de 0,25% em relação a agosto e de 1,65% em relação ao mesmo mês do ano passado.

    Fonte: Agência Brasil (Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil). Notícia reproduzida com crédito, conforme as regras da agência.

  • CNJ determina registro de morte por intervenção policial

    CNJ determina registro de morte por intervenção policial

    O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) aprovou uma resolução que determina a inclusão, nas certidões de óbito, de informações sobre o contexto de mortes decorrentes de intervenção policial.

    Com a decisão, o documento deverá registrar que o falecimento ocorreu durante uma intervenção policial, além da causa médica da morte.

    Atualmente, a certidão de óbito informa apenas a causa médica, sem mencionar as circunstâncias em que a morte ocorreu.

    De acordo com o CNJ, a medida permitirá que familiares tenham acesso mais rápido a eventuais indenizações e benefícios. A iniciativa também deverá facilitar o acompanhamento estatístico das mortes decorrentes de intervenção policial.

    A norma foi proposta pelo presidente do CNJ e do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin.

    Para Fachin, a inclusão dessas informações nos registros oficiais é necessária para preservar a dignidade das vítimas e de seus familiares.

    “Os assentos de óbito de pessoas mortas em intervenções de órgãos de segurança pública anotam apenas a causa médica, sem o contexto da morte. O fenômeno atinge sobretudo a população jovem, negra e periférica”, justificou o ministro.

    A resolução foi aprovada durante sessão virtual do CNJ. A votação foi concluída em 29 de outubro.

    Fonte: Agência Brasil (André Richter – Repórter da Agência Brasil). Notícia reproduzida com crédito, conforme as regras da agência.

  • Progressistas e minorias renovam democratas em vitória sobre Trump

    Progressistas e minorias renovam democratas em vitória sobre Trump

    A vitória democrata nas eleições de meio de mandato dos Estados Unidos, as Midterms, foi marcada por lideranças jovens, de minorias étnicas ou religiosas e com discurso progressista.

    Esse retrato renova a imagem que saiu desgastada da derrota para Donald Trump em 2024, quando o partido estava fortemente associado às elites econômicas e era criticado por um suposto abandono das pautas dos trabalhadores norte-americanos.

    Em entrevista à Agência Brasil, o doutor em ciência política Juliano Machado Pires atribuiu a avaliação ruim que o Partido Democrata tinha, em 2024, à decepção com o governo de Barack Obama (2009-2017).

    “A população tinha muitas expectativas com o governo Obama. Com a crise dos bancos, em 2008, Obama salvou os bancos, mas não salvou a hipoteca da população. Uma parcela das pessoas se sentiu traída e ficou com a sensação de que os dois partidos davam no mesmo na hora de proteger os direitos econômicos das pessoas”, explicou.

    A professora de relações internacionais Camila Vidal, da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), destacou que o pleito de 2026 elegeu um número expressivo de democratas que são de fora da “elite” da legenda.

    “São indivíduos que têm uma agenda muito mais progressista, em alguns casos até socialista, enfatizando melhores condições de vida para a classe trabalhadora, saúde universal e gratuita para todos”, comentou à Agência Brasil.

    O resultado fez o Partido Democrata eleger senadores e deputados em estados e distritos onde perdeu sucessivas eleições nos últimos anos, como o Texas. Com isso, tanto o Senado quanto a Câmara passaram a ser majoritariamente ocupados pela oposição à Donald Trump, do Partido Republicano.

    Pioneiros

    Entre os nomes de destaque, estão a primeira mulher negra da história dos EUA a ser eleita governadora, Keisha Lance Bottoms, pelo estado Georgia; a primeira governadora indígena, Deb Haaland, pelo Novo México; e o primeiro senador abertamente homossexual, Chris Papas, eleito por New Hampshire.


    Deb Haaland se tornou a primeira mulher indígena a ser eleita governadora nos Estados Unidos Foto: Reuters/Jasper Colt/Proibida reprodução

    Em seu discurso, a governadora eleita pela Georgia dedicou a vitória às pessoas que não têm acesso a serviços de saúde e de educação, devido ao alto custo de vida nos EUA.

    “Esta vitória é para o cuidador que não tem condições de arcar com despesas de saúde e precisa que a Georgia finalmente amplie o Medicare [principal programa público de saúde dos EUA]”, disse Keisha Bottoms.

    O professor de história da Universidade de Brown, dos EUA, James N. Green, explicou à Agência Brasil que, nos EUA, os dirigentes partidários locais têm bastante flexibilidade para definir a política do estado, o que contribuiu para essa renovação.

    “A diversidade do Partido Democrata deu essa flexibilidade de candidatos diversos, que podiam atrair uma base da população, combinada com uma política horrível do governo de Trump, que incentivou muitas pessoas a romper com ele e apoiar os democratas”, avaliou.

    Evangélico progressista

    Outro nome de destaque foi o vencedor ao Senado pelo Texas, James Talarico, que derrotou os republicanos pela primeira vez em quase 40 anos no estado.

    Essa também foi a primeira vez que o Texas elegeu uma governadora latina, Gina Hinojosa, após décadas de hegemonia do partido Republicano.

    Com 37 anos, James Talarico articula um discurso religioso com a defesa dos mais necessitados e da justiça social. Ele é filho de pastor e seminarista presbiteriano.

    “O presidente dos EUA disse que eu insultei Jesus. Sabe o que insulta Jesus? Deixar os pobres sem assistência social enquanto corta impostos de bilionários. Sabe o que insulta Jesus? Deportar o estrangeiro e separar mães de seus bebês”, disse.


    James Talarico discursa após vitória na candidatura ao Senado pelo Texas. Foto: Reuters/Mike Segar/Proibida reprodução

    O jovem político se referia à política anti-imigração de Trump, acusada de separar famílias, e à aprovação do projeto que tirou US$ 1 trilhão da saúde enquanto cortou impostos para os mais ricos.

    O texano foi um duro crítico da plataforma política da extrema-direita republicana, que ataca minorias como transexuais, imigrantes e mulçumanos dentro dos EUA.

    “A única minoria que está destruindo os Estados Unidos é a dos bilionários. Muitas das divisões neste estado e neste país são fabricadas por bilionários que querem que lutemos uns contra os outros, em vez de lutarmos contra eles”, disse Talarico em um evento de campanha.

    A professora Camila Vidal, da UFSC, destaca que Talarico resgata uma tradição que teria sido abandonada pelo Partido Democrata, pelo menos, desde o governo de Bill Clinton (1993-2001).

    “Vinda de um estado como o Texas, é bastante emblemático. Talarico traz de volta a religião e o cristianismo para o âmbito do trabalhador local, falando com essa classe empobrecida e gigantesca hoje em dia nos EUA. É uma grande surpresa”, comentou.

    Primeiro muçulmano

    Também chamou atenção a eleição do primeiro mulçumano para o Senado dos EUA, Abdul El-Sayed, pelo estado de Michigan, que fez campanha criticando os gastos do país com ajuda militar a Israel.


    Abdul El-Sayed venceu a disputa pela vaga no Senado do estado de Michigan. Foto: Reuters/Ryan Garza/Proibida reprodução

    No discurso da vitória, El-Sayed criticou o lobby sionista que teria gastado milhões de dólares para derrotá-lo em Michigan.

    “Tentam rotular você como alguém cheio de ódio se você acredita que crianças palestinas deveriam poder crescer na terra de seus antepassados sem serem assassinadas com o dinheiro dos nossos impostos”, afirmou o senador eleito.

    No dia da eleição, Trump anunciou a suspensão da ajuda militar para Israel de US$ 4 bilhões, o que, para alguns analistas, foi visto como uma tentativa de reverter a tendência de votos em candidaturas que criticam o financiamento de Israel pelos EUA.

    Fonte: Agência Brasil (Lucas Pordeus León – repórter da Agência Brasil). Notícia reproduzida com crédito, conforme as regras da agência.

  • Aquicultura em águas da União bate recorde com 179,6 mil toneladas

    Aquicultura em águas da União bate recorde com 179,6 mil toneladas

    A aquicultura em águas da União registrou em 2025 o maior volume de produção da série histórica iniciada em 2019. Foram produzidas 179,6 mil toneladas de organismos aquáticos, volume 20,9% superior ao registrado no ano anterior.

    A atividade movimentou R$ 1,47 bilhão em Valor Bruto da Produção (VBP) e gerou 4.239 postos de trabalho no país, segundo dados do Ministério da Pesca e Aquicultura,.

    A piscicultura continental respondeu por 94,5% da produção total, com 169,8 mil toneladas. Já a malacocultura, voltada ao cultivo de moluscos, produziu 8,8 mil toneladas, enquanto a algicultura somou cerca de 997 toneladas.

    O principal destaque da atividade foi a tilápia do Nilo, responsável por aproximadamente 168 mil toneladas produzidas e pela maior parte da produção aquícola em águas da União.

    A aquicultura em águas da União é a criação de peixes, moluscos, algas e outros organismos aquáticos em áreas de domínio federal, como reservatórios de hidrelétricas, grandes rios e áreas marinhas cedidas para cultivo.

    Diferentemente da produção desenvolvida em viveiros, açudes e represas particulares, essa modalidade utiliza espaços aquáticos públicos da União mediante autorização do governo federal.

    Regiões

    A Região Sudeste liderou a produção nacional em águas da União, com 94,8 mil toneladas, volume equivalente a mais da metade do total produzido no país.

    Em seguida aparecem o Nordeste, com 34,6 mil toneladas; o Sul, com 27,3 mil toneladas; e o Centro-Oeste, com 22,3 mil toneladas. A Região Norte registrou 712 toneladas.

    Entre os estados, São Paulo ocupou a primeira posição, com 64,5 mil toneladas produzidas, seguido por Minas Gerais, com 30 mil toneladas, e Paraná, com 18 mil toneladas.

    Pernambuco, com 15,3 mil toneladas, aparece na sequência entre os maiores produtores do país, seguido de Goiás (11,9 mil toneladas), Mato Grosso do Sul (10,2 mil) e Santa Catarina (9,3 mil).

    Os dados mostram ainda expansão da atividade. O número de contratos vigentes para utilização de águas da União passou de 1.422, em 2024, para 1.551, em 2025.

    Perfil dos produtores

    Entre os produtores que atuam em águas da União, cerca de 79% são homens e 21% são mulheres. Em relação à escolaridade, predominam cessionários com ensino médio completo, que representam 24,1% do total. Em seguida aparecem aqueles com ensino superior completo, com participação de 15,2%.

    De acordo com o boletim, 26,64% dos produtores não informaram a escolaridade que têm.

    Segundo o Ministério da Pesca e Aquicultura, os resultados reforçam o potencial da aquicultura em águas da União para ampliar a oferta de pescado, gerar emprego e renda e contribuir para o desenvolvimento regional.

    Fonte: Agência Brasil (Pedro Peduzzi – Repórter da Agência Brasil). Notícia reproduzida com crédito, conforme as regras da agência.

  • Prêmio TV Brasil Petrobras Para Elas: trio disputa Craque da Torcida

    Prêmio TV Brasil Petrobras Para Elas: trio disputa Craque da Torcida

    A vencedora da categoria Craque da Torcida no Prêmio TV Brasil Petrobras Para Elas será revelada apenas na cerimônia do próximo dia 15 de novembro, no Museu do Futebol, em São Paulo. Nesta quarta-feira (4) foram anunciadas as três jogadoras mais votadas pelo público no site da premiação: as meias Micaelly (Ferroviária) e Darlene (Internacional) e a lateral paraguaia Limpia Fretes (Juventude).

    Cada um dos 18 times da elite do Campeonato Brasileiro teve uma representante na disputa. A votação, gratuita e ilimitada, terminou no último sábado (31). Segundo o regulamento, em caso de empate no resultado final, a jogadora que primeiro tiver atingido a quantidade máxima de votos com a qual terminou o processo será a ganhadora.

    A premiação ainda tem as seguintes categorias: Jogadora Revelação, Melhor Treinador(a), Melhor Jogadora, Artilheira, Gol Mais Bonito, Melhor Departamento de Futebol Feminino, Futebol Feminino Contra o Feminicídio e Seleção da Temporada. As ganhadoras também serão condecoradas no evento do dia 15 de novembro.

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    Na Ferroviária desde 2024, Micaelly acumula 98 jogos pelo clube do interior paulista, balançando as redes 22 vezes e distribuindo 21 assistências. Nesta temporada, ela é a jogadora do elenco com mais passes para gol (seis). Pelas Guerreiras Grenás, a camisa 10 foi vice-campeã da Copa do Brasil (2025). A atleta teve o contrato renovado até 2027.

    Amazonense de Autazes, cidade a 112 quilômetros de Manaus, a meia de 26 anos iniciou a carreira no Iranduba e fez parte do elenco semifinalista do Brasileirão de 2017. Ela também passou por Sport e Avaí Kindermann e integrou a primeira equipe profissional feminina do Cruzeiro, em 2019. Dois anos depois, migrou para o São Paulo, onde passou três temporadas até chegar à Ferroviária.

    A paulista Darlene está na primeira temporada pelo Internacional, com cinco gols marcados e uma assistência em 20 partidas. Capaz de atuar no meio e no ataque, a camisa 7 é a mais experiente das finalistas, com passagens por 11 clubes, sendo cinco deles do exterior: os austríacos Neulengbach e Spratzern, o chinês Changchun Zhuoyue, o espanhol Zaragoza e o português Benfica.

    Nascida em São José do Rio Preto, a 445 km de São Paulo, a meia-atacante é filha de Chicão Regueira e Dorotéia Inojo, casal fundador do Realidade Jovem, time onde iniciou no futebol e que, por 10 anos, foi parceiro do Rio Preto na modalidade. Comandada pelos pais, foi campeã brasileira (2015) e chegou à seleção. Antes do Inter, ela defendeu Centro Olímpico, Flamengo, Ferroviária e São Paulo.

    Assim como Darlene, Limpia iniciou a temporada como uma das caras novas do atual clube, o Juventude. A equipe gaúcha é a terceira dela no Brasil, aonde está desde 2023, quando foi para o Avaí Kindermann e se destacou marcando cinco gols em 13 partidas, mesmo atuando na defesa. Entre 2024 e 2025, a lateral-direita representou o Cruzeiro, integrando o elenco vice-campeão brasileiro.

    Revelada pelo Cerro Porteño e com passagens por Sol de América e Libertad, todos do Paraguai, ela é nome frequente na seleção de seu país desde 2021, acumulando 30 jogos, sempre como titular. A jogadora de 26 anos é a capitã das Gurias Jaconeras e foi peça importante na permanência do time de Caxias do Sul (RS) na elite do Brasileirão.

    Fonte: Agência Brasil (Linconl Chaves – Repórter da EBC). Notícia reproduzida com crédito, conforme as regras da agência.

  • Modelo do SUS de resposta às mudanças climáticas será levado à COP31

    Modelo do SUS de resposta às mudanças climáticas será levado à COP31

    A estrutura criada no Brasil em resposta aos efeitos da mudança climática na saúde das pessoas será apresentada na Turquia, durante a 31ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP31). E encontro ocorrerá na cidade de Antália, entre os dias 9 e 20 de novembro.


    Ministro da Saúde, Alexandre Padilha, durante coletiva sobre a preparação do Brasil para a COP31, na Turquia, e as ações do país para fortalecer a resiliência climática na saúde. Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

    Segundo o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, serão apresentadas as mudanças promovidas no Sistema Único de Saúde em todo o país, para adequar o atendimento e tornar as unidades em espaços de acolhimento adaptados e resilientes aos efeitos das mudanças climáticas.

    “A crise climática é, sobretudo, uma crise de saúde pública. O tema da saúde, certamente, é o tema mais sensível, que pode ser o mais mobilizador para a sociedade como um todo agir sobre as ações necessárias para evitar as mudanças climáticas e também adaptar os sistemas de saúde”, diz o ministro.

    Entre as ações que serão apresentadas na COP31 estão investimentos de R$ 9,8 bilhões no programa AdaptaSUS, até 2035, que está viabilizando a construção de 2.795 unidades básicas de saúde resilientes, a entrega de 4.056 novas ambulâncias do SAMU, além da instalação de 783 soluções de água potável em Terras Indígenas e a implantação de 20,8 mil cisternas no semiárido do Nordeste e Sudeste do país.

    Os resultados da Força Nacional do SUS, criada em 2011 também serão apresentadas como um modelo de resposta emergencial, principalmente para reforço aos equipamentos de saúde existentes.

    Apenas nos últimos quatro anos, 25 estados receberam o reforço de 2.423 profissionais mobilizados em 86.918 atendimentos. Das 104 missões nessas localidades, a que foi realizada no Rio Grande do Sul, por causa das enchentes ocorridas em 2024, foi a maior, com o empenho de 763 profissionais, que realizaram 29.019 atendimentos.

    Foram criadas ainda cinco novas bases da Força Nacional do SUS para descentralizar o apoio às redes de saúde, alcançando as outras quatro regiões do Brasil além do Centro-Oeste que já é atendido pela capital federal.

    Atualmente já estão em funcionamento as bases do Rio de Janeiro, Salvador, Manaus, Porto Velho e Porto Alegre. Até o fim do ano, mais quatro entrarão em funcionamento nas cidades de Recife, Fortaleza, Campo Grande e Belém.

    Outra iniciativa apresentada será a criação dos Centros de Informação em Saúde e Clima (CISCs), que monitoram dados de qualidade do ar e da água, variações de temperatura e extremos climáticos, com o objetivo de antecipar os riscos, identificar vulnerabilidade e preparar o sistema de saúde para os possíveis efeitos de cada evento.

    “O El Niño no Brasil tem diferentes impactos regionais, por exemplo, e compreender isso é fundamental para a preparação. para a resposta a ele”, diz.

    Agenda internacional

    De acordo com Padilha, o Brasil também pretende reforçar as ações de cooperação global e financiamento climático, por meio da atuação no Grupo Baku, uma coalização para o clima e saúde, que reúne os países presidentes das últimas COPs – Brasil, Azerbaijão, Egito, Emirados Árabes Unidos e Reino Unido.

    “Austrália e Turquia também ingressaram na coalizão e já consolidam suas participações com uma agenda de atividades que já vem ocorrendo antes mesmo da COP31”, afirma o ministro.

    O Plano de Ação em Saúde de Belém, lançado na COP30, é outra iniciativa do Brasil para a agenda de clima com o objetivo de reunir países em torno de adaptação e fortalecimento da atenção à saúde de populações vulneráveis.

    Em um ano, a iniciativa já foi endossada por 40 países e tem o apoio de 50 organizações. Mais de 60 ações foram construídas e já integram a iniciativa.

    Financiamento

    Segundo o ministro, além de apresentar a “lição de casa” e fortalecer a cooperação internacional na área de saúde, o governo brasileiro também pretende avançar no debate sobre o financiamento internacional por empresas para o Plano de Ação em Saúde de Belém.

    Na COP30, foram anunciados US$ 300 milhões para financiamento de projetos voltados a melhoria da atenção à saúde das populações. E o Brasil inscreveu algumas propostas de universidades e organizações sociais para melhoria de monitoramento da qualidade do ar e de melhoria dos sistemas de atenção.

    “A expectativa agora é que nessa COP31 vai ter uma mesa, da qual eu vou participar, na qual será apresentado os programas que foram aprovados para serem financiados com esse valor de 300 milhões de dólares”, diz.

    O anuncio de novos financiamentos são esperados para Antália, assim como a entrega de um documento orientativo para os países buscarem financiamento das agências internacionais e bancos de fomento, com o objetivo de financiar a adaptação dos sistemas nacionais de saúde.

    Fonte: Agência Brasil (Fabíola Sinimbú – Repórter da Agência Brasil). Notícia reproduzida com crédito, conforme as regras da agência.

  • Pé-de-Meia Universitário deve começar em 2027 para aluno do CadÚnico

    Pé-de-Meia Universitário deve começar em 2027 para aluno do CadÚnico

    O ministro da Educação (MEC), Leonardo Barchini, disse, nesta quarta-feira (4), que o Pé-de-Meia Universitário tem a implementação prevista para 2027. A nova etapa do programa será focada na permanência de estudantes do ensino superior cadastrados no Cadastro Único para Programas Sociais do governo federal (CadÚnico) e na conclusão de curso de graduação nas universidades públicas.

    A confirmação ocorreu no programa Bom Dia, Ministro, produzido pelo Canal Gov, emissora da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), desta quarta-feira (4) .

    A ampliação do programa de incentivo aos estudantes universitários de baixa renda foi prometida pelo presidente Lula durante a campanha eleitoral de reeleição.

    De acordo com o ministro da Educação, a expansão chega para atender a mudança no perfil acadêmico dos estudantes das universidades federais nos últimos 20 anos. Se antes, dois terços vinham da rede privada, atualmente, dois terços são estudantes de escolas públicas.

    Para o ministro, a garantia de acesso ao ensino superior público, agora, exige o acompanhamento de políticas de permanência nos cursos.

    “Como esse perfil de estudante mudou, precisamos dar outro tipo de assistência para que esse estudante permaneça. Porque acessar é uma das etapas que esse estudante vence, mas permanecer é uma outra batalha igualmente difícil.”

    Após quatro anos de análises, o MEC está na fase final do desenho do Pé-de-Meia Universitário. O ministro confirmou que o programa terá a seguinte estrutura financeira prevista, a partir de 2027:

    • bolsa: R$ 700 por mês, concedida durante 10 meses ao longo do ano letivo;
    • poupança mensal: R$ 250 por mês, durante 10 meses, retidos em poupança;
    • resgate final: o universitário poderá sacar R$ 10 mil (mais correção inflacionária) ao concluir, em quatro anos, a graduação, para iniciar a vida profissional.

    “A contrapartida também vai ser permanecer na universidade, concluir o curso de uma forma integral, no tempo certo, para que a gente possa de fato transformar ainda mais esse país”, explica Leonardo Barchini.

    Universalização do Pé-de-Meia

    Durante o programa, o ministro anunciou também que, a partir de 2027, o programa Pé-de-Meia na versão escolar será ampliado para todos os estudantes do ensino médio público brasileiro.

    “Já iniciamos todos os estudos necessários para saber como implementar isso. Esperamos concluí-lo em 30 dias e [o Pé-de-Meia] será implementado a partir do de março do ano que vem, quando começam as aulas da rede pública”, estima o ministro.

    Atualmente, têm direito ao benefício os alunos matriculados no ensino médio público que integram famílias inscritas no CadÚnico.

    Barchini explica que a universalização do Pé-de-Meia irá corrigir injustiças.

    “Em uma sala de aula, às vezes, 20 estudantes recebem [o Pé-de-Meia], quatro a cinco não recebem. Isso gerava uma competição adversa nesses estudantes e uma situação de iniquidade. Por determinação do presidente, nós estamos estudando as formas de implementação, mas esse benefício será universalizado”, garantiu.

    O ministro da Educação ainda detalhou os avanços obtidos pelo Pé-de-Meia, chamado de poupança do ensino médio, entre eles que diminuiu o abandono escolar no ensino médio público brasileiro em 61%, entre 2022 e 2025. A reprovação caiu 62%, no mesmo período e a distorção idade-série, que é o atraso escolar, caiu 28%.

    Pé-de-Meia escolar

    O programa de incentivo financeiro-educacional na versão escolar foi criado em 2024 para combater a evasão escolar e garantir que mais jovens permaneçam na escola básica e concluam o ensino médio.

    O Pé-de-Meia do ensino médio pode pagar até R$ 9,2 mil, no total, para cada beneficiário que cumprir todos os critérios de frequência e conclusão dos anos eletivos desta etapa escolar.

    Ao todo, o programa recebeu investimentos federais de R$ 24 bilhões para beneficiar, entre 2024 e 2026, cerca de 7,4 milhões de estudantes de baixa renda do ensino médio público.

    Fonte: Agência Brasil (Daniella Almeida – Repórter da Agência Brasil). Notícia reproduzida com crédito, conforme as regras da agência.

  • Estado de SP tem queda em roubos de celulares entre janeiro e setembro

    Estado de SP tem queda em roubos de celulares entre janeiro e setembro

    O estado de São Paulo registrou queda de 19,3% nos roubos de celulares entre janeiro e setembro de 2026, na comparação com o mesmo período do ano anterior. Segundo balanço do governo estadual, foram 61.189 ocorrências nos nove primeiros meses deste ano, contra 75.859 em 2025, uma diferença de 14.670 casos.

    Os dados mostram ainda que, em setembro, também houve redução. Foram registrados 6.379 roubos de celulares, ante 7.513 no mesmo mês de 2025. Ao todo, foram 1.134 ocorrências a menos, o equivalente a uma queda de 15,1%.

    Na capital paulista, os roubos de celulares caíram 15,1% entre janeiro e setembro. O total passou de 46.363 ocorrências, em 2025, para 39.350, em 2026, uma redução de 7.013 casos. Em setembro, foram registrados 4.065 roubos, contra 4.713 no mesmo mês do ano passado, representando queda de 13,7%.

    De acordo com o governo estadual, os resultados são reflexo de estratégias de prevenção e repressão, com operações da Polícia Militar, investigações da Polícia Civil e atuação do programa SP Mobile, que cruza boletins de ocorrência com informações fornecidas pelas operadoras de telefonia para identificar celulares roubados ou furtados que voltam a ser utilizados.

    “O programa também atua para enfraquecer a cadeia de comercialização irregular de aparelhos. A estratégia busca ampliar a recuperação dos equipamentos e dificultar a venda de celulares de origem criminosa, desestimulando a receptação e o comércio ilegal que fomentam esses crimes”, explicou o coordenador do SP Mobile, Rodolfo Latif Sebba.

    Fonte: Agência Brasil (Flávia Albuquerque – Repórter da Agência Brasil). Notícia reproduzida com crédito, conforme as regras da agência.

  • Conheça James Talarico, evangélico que derrotou nome de Trump no Texas

    Conheça James Talarico, evangélico que derrotou nome de Trump no Texas

    “O Texas talvez nunca mais seja o mesmo”. Essas foram as palavras que o jornal The New York Times, um dos mais influentes do mundo, escolheu para definir o resultado eleitoral no estado americano que, até ontem, era um bastião do partido Republicano, do presidente Donald Trump.

    As eleições de meio de mandato presidencial, chamadas de midterms – na qual os americanos elegem candidatos para a Câmara dos Representantes (equivalente à Câmara dos Deputados no Brasil), escolhem um terço do Senado (35 de 100 cadeiras) e governadores em alguns estados –, significou derrota para o presidente Trump, que assistiu ao partido de oposição, o Democratas, conquistar maioria nas duas Casas do Congresso.

    No Texas, Gina Hinojosa fez história ao derrotar o governador Greg Abbott, que está no terceiro mandato. Ela será a primeira governadora hispânica do estado.

    Outra personalidade política protagonista é James Talarico, que se tornou o primeiro democrata a conquistar uma vaga pelo Texas no Senado desde 1988. Ele derrotou Ken Paxton, que recebeu o apoio de Trump ainda na primária do partido Republicano, espécie de concorrência interna que define o nome dos candidatos, sobressaindo-se sobre o senador John Cornyn.

    Talarico, de 37 anos, tem se posicionado por mudanças nas políticas de controle de imigração, acesso a medicamentos, uso da maconha por adultos, direitos humanos e já brincou com brasileiros em uma rede social.

    Ao The New York Times, Garry Mauro, político democrata do Texas, chamou o resultado de “um tsunami”. Outros representantes do partido disseram que a eleição redesenha o mapa político, “encerrando o papel do Texas como laboratório de leis conservadoras para todo o país”.

    Evangélico e ex-professor

    James Talarico nasceu no Texas, estado do Sul dos Estados Unidos que faz fronteira com o México, ou seja, região que vive de perto as questões relacionadas à entrada de imigrantes na maior economia do mundo. É deputado estadual desde 2018.

    O político é ex-professor de literatura e língua inglesa. Deu aulas em uma escola pública em San Antonio, bairro com forte presença de mexicanos e uma das localidades mais pobres do estado.

    Ele conta no site de campanha que foi criado pela mãe e teve um pai biológico que tinha problemas com o álcool, o que, às vezes, “o levava a cometer atos de violência”.

    Talarico é seminarista presbiteriano. Ele sustenta que a fé dele o faz rejeitar o nacionalismo cristão e se comprometer com o projeto democrático, no qual todas as pessoas e todas as famílias, independentemente de religião, raça, gênero, orientação sexual ou qualquer outra diferença, “possam ser verdadeiramente livres e alcançar seu pleno potencial”.

    Entre as propostas para o mandato como senador, sustenta retirar o governo das decisões pessoais e privadas. Como exemplo, cita:

    • proteger o acesso a métodos contraceptivos e à fertilização in vitro;
    • proteger a legalidade do casamento entre pessoas do mesmo sexo e defender a população LGBTQIA+ contra excessos do governo;
    • legalizar a maconha regulamentada para adultos, “para que as pessoas deixem de ser presas por uma substância que já é legal em metade do país”.

    O mandato de seis anos começará em janeiro de 2027.

    Imigração

    Talarico conta ser da oitava geração de uma família texana: “Minha família vive aqui desde quando o Texas ainda fazia parte do México.”

    “Nós, texanos, entendemos a imigração melhor do que a maioria dos americanos – tanto seus desafios quanto seus benefícios”, diz.

    Essa proximidade o faz defender mudanças na política de imigração, inclusive em relação ao Serviço de Imigração e Controle de Alfândega (ICE, na sigla em inglês), que atua como polícia migratória, já alvo de protestos.

    No seu plano de propostas, defende que a fronteira deve ter “um tapete de boas-vindas na entrada e uma fechadura na porta”.

    “Podemos tanto acolher o estrangeiro – refugiados, solicitantes de asilo e pessoas que querem contribuir para nossa economia e buscar o sonho americano – quanto impedir a entrada daqueles que pretendem nos fazer mal”, sustenta o senador eleito.

    “O ICE deveria estar combatendo os cartéis, não nossas comunidades. O ICE deveria estar deportando membros de gangues, não pequenos empresários. O ICE deveria estar caçando traficantes de pessoas, não mães e bebês”, publicou no X, antigo Twitter.

    Medicamentos

    O político democrata tem diabetes tipo 1. Uma de suas bandeiras é reduzir os custos dos medicamentos prescritos.

    No Texas, defendeu um projeto de lei que limitava o copagamento da insulina a US$ 25 por mês, permitindo que o estado importe medicamentos prescritos mais baratos do Canadá a custos reduzidos, reprimindo as grandes farmacêuticas por preços abusivos e estabelecendo um programa de economia em medicamentos prescritos para texanos sem seguro saúde.

    Sem divisão direita e esquerda

    James Talarico faz campanha prometendo lutar contra “megadoadores bilionários”, que, na visão dele, distorceram o sistema em prejuízo das famílias trabalhadoras do Texas.

    Talarico afirma ser o único integrante da Assembleia Legislativa do Texas que nunca recebeu dinheiro de comitês de ação política empresariais.

    Ele sustenta que bilionários se utilizam da estratégia de “dividir para conquistar”.

    “A maior divisão neste país não é entre esquerda e direita. É entre os que estão no topo e os que estão na base”, acredita.

    “As pessoas que estão no topo se esforçam tanto para nos manter com raiva e divididos porque nossa união representa uma ameaça à riqueza e ao poder delas. Por isso, suas redes de televisão a cabo e seus algoritmos das redes sociais nos colocam uns contra os outros”, completa.

    “Eles nos dividem por partido, raça, gênero e religião para que não percebamos que estão cortando o financiamento de nossas escolas, desmontando nosso sistema de saúde e reduzindo os impostos para si mesmos e seus amigos ricos.”

    Curiosidade com o Brasil

    Em novembro de 2000, James Talarico se divertiu com brasileiros no X.

    “Estou viralizando no Brasil agora… Pelo visto, ‘talarico’ é uma gíria brasileira para ‘ladrão de mulheres’. Olá, Brasil! Estou apenas fazendo boas políticas públicas aqui no Texas – prometo que não vou roubar sua namorada”, publicou na rede social.

    Ele ainda comentou que a gíria faz parte de uma música de Zeca Pagodinho.

    Fonte: Agência Brasil (Bruno de Freitas Moura – Repórter da Agência Brasil). Notícia reproduzida com crédito, conforme as regras da agência.